
Passei um tempo pensando e concluí que eu deveria voltar a escrever. Não como eu escrevia antes, e sim coisas do meu dia-a-dia, afinal essa era a intenção desse blog não é mesmo? (Isso antes de eu tê-lo deixado a mercê das traças).
Meu intuito não é criar textos de efeitos, e sim escrever coisas aleatórias que se passam na minha ilustre mente, não todas, é claro, não imaginaria a confusão que isso poderia causar na cabeça de quem lesse.
Portanto decide transformar esse blog velho em um diário-blog. Não é exatamente um diário, pois não conseguiria ser tão fiel. Eu sinceramente admiro quem possui um diário e consegue mantê-lo, eu não contaria todos os meus segredos a ele, isso seria como assinar minha própria sentença. É claro que um pedaço de papel não me julgaria pelo o que eu faço ou deixo de fazer, mas as pessoas estão se tornando cada vez menos confiáveis.
Decidi não criar textos grandes, assim fica menos cansativo, e, além disso, a inspiração pra escrever não vem a hora que eu quero, sempre aparece em momentos inusitados, por causa disso eu tenho a estranha mania de anotar coisas que eu penso em pequenos pedaços de papel e guardar, para que daqui a 30 anos quem sabe eu possa olhar e pensar o quanto eu era “inteligente” (patético).
Eu sempre achei que meu cérebro trabalhasse diferente do das outras pessoas, e cada dia que passa eu tenho mais certeza. Isso me assusta, mas no final costuma fazer sentido.
Cada um tem o seu passado fechado em si, tal como um livro que se conhece de cor, livro que os amigos apenas levam o título.
(Virgínia Woolf)
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